Qualidade de vida

Lendo este texto sobre a definição de qualidade de vida, me dei conta de que qualidade de vida não é algo estático, não é um fim. Acredito que a maioria das pessoas encaram esta definição como algo a se alcançar, ou seja, algo estático.

Mas deveria ser bem o contrário. Qualidade de vida deve ser o que permeia nossas vidas, o nosso dia-a-dia, a nossa rotina, nossas atividades. Para que tudo o que façamos, quer seja trabalho ou lazer, importante ou não, seja feito com satisfação, bem estar e contentamento.

Ou seja, criar um contexto para que os empecilhos do dia-a-dia sejam encarados apenas como oportunidades para crescer, de forma descontraída e alegre, e não como monstros indestrutíveis, ou picos inalcançáveis.

Bem, vale a pena dar uma conferida neste texto.

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teste

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Blog parado

O blog anda um pouco parado. Estou alterando o servidor e diversas configurações dos sites que administro. Logo volto a postar com mais frequencia.

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Definição de ética

Antes de qualquer coisa é preciso definir o que é ética. Este conceito, que é tão requisitado em nosso dia-a-dia para julgar as pessoas no meio em que estão inseridas, não é muito claro para a maioria. É comum o dizer de que alguém é ou não ético ao agir de determinada forma, mas poucas pessoas conseguem definir o que é ética. Há, portanto, uma grande confusão ao tentar dar sentido para tal definição, já que seu uso nem sempre é claro.

Um aspecto que deve ser levado em consideração nesta definição é que “a ética é um tipo de saber normativo, isto é, um saber que pretende orientar as ações dos seres humanos”. Sua definição deve levar isto em consideração, já que a ética sempre estará inserida no contexto da ação.

Outra classificação que deixa este conceito mais claro são as qualificações dos saberes, criadas pelos filósofos gregos: teóricos, que abrangem as ciências da natureza, como a física, a química, a biologia e etc.; poiéticos, que são saberes normativos voltados para um fim concreto objetivo, como a engenharia e a arquitetura; e práticos, que são saberes normativos para a vida em seu conjunto, ou seja, filosofia prática: ética, economia e política.

Estes dois pontos de vista mostram que a ética está intimamente ligada a ação. É o contexto do agir que poderá trazer a tona o que é ou não ético. Significa também que o relacionamento interpessoal, a relação e o relacionamento entre os seres, cria a base para a existência da ética.

No dicionário Aurélio encontra-se a seguinte definição para ética: estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível de qualificação do ponto de vista do bem e do mal, seja relativamente a determinada sociedade, seja de modo absoluto. Esta definição é um bom exemplo da ambigüidade existente entre as diversas definições de tal conceito. Mais adiante será possível observar que, quando aplicado em determinado local ou tempo, estamos falando sobre moral, e não sobre ética.

Um fator muito importante quando se fala sobre ética é sua característica de ser universal e atemporal. Ela é igual para todas as pessoas, independentemente de sua raça, idade, sexo, credo, enfim, vale para todas as pessoas da mesma forma. Além disto, a ética não muda com o passar do tempo. Por maiores que sejam as mudanças pelas quais passa a humanidade com o passar das gerações, ética é sempre a mesma coisa. O que muda, de acordo com o tempo e o local, são os conceitos considerados ou não éticos, valores estes que ganham o nome de moral. Cada círculo social tem suas próprias definições sobre o que é ou não ético, enfim, sua moral.

Aqui vamos utilizar esta definição: conjunto de valores e preceitos que, se observados nas ações do indivíduo, irão alicerçar sua evolução. Dentre todos os filósofos que tentaram defini-la, há pelo menos um consenso, de que observar a ética nas ações é o que promove o crescimento pessoal. Aqui não se pretende estabelecer o que é certo ou errado em relação a isto, mas mostrar como a observância da ética cria base para a evolução.

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Yôganidrá, a arte de descontrair

A princípio, com a quantidade de veículos de comunicação existentes atualmente, é impossível não ser bem informado. Qualquer pessoa de padrão cultural mediano tem acesso a informações de diversas formas. Através da mídia impressa, televisiva, e com muita praticidade, a mídia online. Se deseja saber algo, basta “perguntar para o Google”. Este é justamente o problema, será que toda esta montanha de informação disponível é verdadeira? Foi confirmada? Ou foi inventada?

Quando se fala sobre a prática do Yôga muitas pessoas tem o paradigma de que Yôga é algum tipo de relaxamento. O pior é que não tem nada a ver. Yôga, desde os primórdios, é uma filosofia prática voltada para a evolução pessoal, para pessoas jovens, dinâmicas e saudáveis. Dizer que Yôga é relaxamento chega a ser um insulto aos adeptos desta filosofia milenar, já que poderia significar que os praticantes desta modalidade são pessoas relaxadas, não há nada pior que isso para alguém que prima pela estética, bom senso, bom relacionamento, qualidade de vida, bem estar. Relaxado é aquele que não da atenção para nada, nem a si mesmo.

Tal confusão provavelmente partiu de uma das técnicas que compõem a prática do Yôga. O yôganidrá é facilmente confundido com um relaxamento pelos leigos. Na realidade, relaxar o corpo, ou seja, desfazer tensões físicas de todo o corpo é apenas uma das partes desta técnica de descontração denominada yôganidrá. Se limita ao ato de descontrair músculos, nervos, órgãos internos, tendões, ligamentos, ossos, enfim, todo o corpo. Acontece que o yôganidrá vai muito além disto, induzindo a descontração neurológica, emocional e mental, até se atingir um profundo estado de descontração física e psíquica.

Na prática ortodoxa do Yôga Antigo, o yôganidrá atua como forma de assimilar e concretizar todos os efeitos e transformações gerados pela seqüência de técnicas anteriores, assim como preparação para o treinamento de meditação, que vem logo a seguir. É também um meio para se libertar de todas as amarras, paradigmas, pré-conceitos, tensões, pré-ocupações, para mergulhar em si mesmo. Desligar-se de tudo e de todos. De tal forma que se possa até mesmo deixar de vivenciar a passagem do tempo objetivo. A duração de um bom yôganidrá é completamente subjetiva. Neste estado de profunda descontração, de total descontração, se vivencia o ser. Apenas isto, sem mais nem menos. Se vivencia a grandiosidade, a amplitude, a magnitude, do ser.

Levado para o dia-a-dia, o yôganidrá representa uma rotina com mais serenidade e descontração, sem altos e baixos, pautada na satisfação, bem estar e contentamento, extraídos de cada instante vivido. É uma reprogramação para uma vida mais plena de alegria e realizações.

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18 de fevereiro – Dia do Yôga

Para todos praticantes desta filosofia milenar o dia de hoje é um dia especial. Hoje comemoramos o dia do Yôga!

Além disso, é também a data de aniversário do nosso querido Mestre DeRose, que neste ano completa meio século de magistério. Parabéns para o DeRose, que encontre muitas outras primaveras pela frente!

50 anos de madistério do DeRose

50 anos de madistério do DeRose

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Um ásana confortável

Uma definição de ásana encontrada em textos mais antigos diz que ásana é qualquer posição física que seja firme, estável e agradável, na qual se possa meditar no infinito.

Para o iniciante, em boa parte dos casos, poucas técnicas corporais serão confortáveis a ponto de atingir tal definição. Então para estas pessoas é impossível praticar Yôga, certo?

Não é bem assim. Este agradável é como o conforto que vivenciamos ao estar em casa, com tudo limpo, organizado e perfumado. É um conforto, que para existir, precisou de um bom trabalho prévio.

Assim é também com o ásana. Há a necessidade de um bom treinamento, com empenho e dedicação, até se atingir a profundidade do verdadeiro estado de consciência do ásana.

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Ética

“Á ética é daquelas coisas que todo mundo sabe o que são, mas que não são fáceis de explicar, quando alguém pergunta.” – Álvaro L. M. Valls. Ela sempre esteve presente em nosso dia-a-dia. Todo o tempo somos lembrados de que devemos ser éticos em relação a diversos aspectos de nossas vidas: na família, no trabalho, como cidadãos, etc. A ética é inerente ao quotidiano, mas nem sempre de forma consciente. O que é a ética permanece desconhecido para a maioria das pessoas, além de ser muito confundida com a moral e o caráter.

A sociedade ocidental contemporânea tem seus fundamentos filosóficos originários da filosofia greco-romana, mais tarde modificada pelo cristianismo. Os filósofos gregos são, em boa parte, responsáveis pelo que entendemos por ética.

Há porém, tradições filosóficas mais antigas à grega, que remontam há mais de 5 mil anos, que já abordavam a ética, assim como sua relação com a evolução do ser humano. Se observarmos tais filosofias mais antigas, podemos perceber que a observância da ética é a base para o crescimento pessoal.

A evolução pessoal é buscada atrvés de diversas vertentes filosóficas, tanto teóricas, como comportamentais e práticas. Independentemente da metodologia adotada pelo indivíduo para galgar tal aprimoramento, a ética, e mais que a ética em si, mas a vida pautada na observação da ética nas atitudes e comportamentos, é o que cria alicerces para a evolução.

Para dar mais claridade para esta linha de pensamento basta imaginar a ética como os alicerces de uma construção que se elevará cada vez mais nas alturas. Sem boas fundações, cedo ou tarde, esta construção ruirá. Assim como o indivíduo, que aparentemente se observa como evoluído, mas que sem uma boa base ética, não terá conquistado nada.

Para concluir vale citar o Prof. Vanderlei de Barros Rosas: “Afinal, o que é ética? Ética, é algo que todos precisam ter. Alguns dizem que têm. Poucos levam a sério. Ninguém cumpre à risca…”

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O Homem e a Física Quântica

É bem interessante como muitos conceitos da física quântica podem ser vivenciados de forma efetiva através de técnicas que buscam a expansão da conciência do praticante.

Numa análise em escala quântica, tudo o que há no universo é composto por nada mais do que energia. A condensação desta energia e sua vibração gera a matéria como a conhecemos. Seguindo este pensamento, uma pedra é um aglomerado energético vibrando em determinada frequência.

Os seres humanos vieram ao mundo com um aparato bem interessante para interpretar estes diferentes punhados energéticos vibrando em diferentes frequencias. Uma faixa de frequencia mais baixa é interpretada através do tato. Um pouco mais sutis do que estas estão o paladar e o olfato. Outras bandas de frequencias são interpretadas como sons ou como imagens. A grande maioria das pessoas tem consciências apenas destes sentidos, ou seja, interpretam o universo como um conjunto de perfumes e sabores, texturas, sons e cores.

Fato é que assim ficamos limitados apenas ao mundo exterior, ao que o mundo externo nos mostra, esquecendo que há também um universo encerrado dentro de cada um. Na verdade temos sensores que atuam em muitas outras frequencias mais sutis. Na física quântica, até as emoções e os pensamentos são tratados como ondas, como frequencias. Só que a grande maioria da humanindade não percebe isto de forma consciente. Sentem e pensam, mas sem de dar conta de que isto faz farte de um universo a parte de seu círculo social, elas mesmas.

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À Natureza

Sábio é aquele
que se rende
à liberdade que lhe proporciona
a natureza que lhe cerca.

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